sexta-feira, 17 de julho de 2009

Olhar no horizonte


Olhar no horizonte.
Escrevo o teu nome.
Sem nunca perder a esperança.
Das imagens douradas
Coração aberto.
Sem pedir permissão aos guerreiros.
Mas a natureza que me julgava.
Que era melhor assim.
Sonhar a espera de sua sorte.
Alvorada eterna.
Ao sentir o frescor das águas.
Em cada sopro de aurora.
E me lembrar das últimas palavras.
Que marcara seu coração.
Desejo primeiro que entre eles.
Haja pelo menos um que seja justo.

Mesmo olhando.
Com o seu sorriso.
Em cada página lida da vida.
Você é um sonho bonito.
Na simples verdade concreta.
Nos caminhos transbordantes.
E cada luz que se acende.
Nas ondas do fogo sagrado.
Mas acima do silêncio.
Ao poder de uma palavra
Nas asas dos passarinhos.
Nos campos e no horizonte.
E no meu olhar.
Eu escrevo teu nome.
Na minha mesa e nas àrvores nas areias e na neve.
Em cada página em branco.
Nas estações enlaçadas.
Voa nas asas dos teus sonhos.
Nas meigas lembranças.

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